mulher-menina-bailarina



Rodopia bailarina, rodopia.  Balança de leve. Devagar, devagar... Momento perceptível. Descrição de si mesma, reluta. Menina forte, jeito doce, descrição perfeita para quem vive um romantismo consigo mesma. Nostálgica. Cheia.  Filha de Deus.  Ela é uma história diferente com certeza. Porque ninguém é igual.  Voce tem uma maneira doce de encarar seus problemas. Cabeça erguida, reluta. Pequeno perfume. Corpo de menina, mente de mulher. Menina-mulher ou Mulher-menina? A resposta está no seu jeito mulher de ser.  Sua meninice está no seu jeito doce encantar.  Sozinha, isso é completamente irrelevante. Feliz. Cheia de dons, mas o único que consegue aperfeiçoar é o de ler a si mesma, transborda-se, esvaziar-se, completar-se.   Encher o copo de si. Bonita é ser rica de espírito. Pose de princesa, coração destemido. Sangue oriental, destino de cigana. Detalhista, descritiva, defeituosa.  Eterna artista da alma. Menina de alma. Tudo isso faz dela uma mulher completamente menina.   Viva. Sempre que vasculha a si encontra um pomar de flores e um céu cheio de estrelas,  céu da imaginação. Força da expressão. Brinca em um tom de séria. Séria em um tom de brincadeira, erra. Teimosa no que mais quer acreditar.  Sente no que mais quer teimar. O amor por alguém está nela.  Para de sonhar,  menina. Mas nao se sonha o amor. O amor se sente. Brinca de ser real, menina. Não adianta. Essa menina é toda imaginação. Nem toda razão e nem toda emoção. Rodopia bailarina, rodopia. Sonha com o céu da imaginação.  Força da expressão. Leve, transbordante, pequeno perfume, só faz dela uma mulher completamente menina, e uma menina completamente mulher. 

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