A modéstia do Artista
Um dia o artista, num momento lúcido,
Amoroso envolveu
É o mistério do espírito...A modéstia,
É dos talentos reis e santa púrpura...
Artista, és belo assim...
Este pudor é só dos gênios!
Também o espaço esconde-se entre névoas...
E no entanto é...sem fim!
C.A, São Paulo, abril de 1868.
Esperando resposta do leitor:
Tu Artista tem um jeito que me encanta.
Não á santo e nem profano.
Ver a vida com outros olhos.
Aqueles olhos quando vitam,
é pura intensidade,
Quando ver algo,
contemplam os detalhes.
És artista da alma, que invejo.
Amoroso envolveu
É o mistério do espírito...A modéstia,
É dos talentos reis e santa púrpura...
Artista, és belo assim...
Este pudor é só dos gênios!
Também o espaço esconde-se entre névoas...
E no entanto é...sem fim!
C.A, São Paulo, abril de 1868.
Esperando resposta do leitor:
Tu Artista tem um jeito que me encanta.
Não á santo e nem profano.
Ver a vida com outros olhos.
Aqueles olhos quando vitam,
é pura intensidade,
Quando ver algo,
contemplam os detalhes.
És artista da alma, que invejo.

Comentários
E na singela imagem perpetua a genialidade...
poetizando... poetizando...? muito bem Srta. Dannie... talvez, a solução não seja a obra, e sim a relação do artista com o mundo!!
boa poetização.
beijo!