não-poema

Banho quente

Roupa quente

Remédio pra dor de dente.

Corpo colado

Abraço apertado

Beijo roubado.

Dançar um samba

Café-da-manhã na cama

Beijar quem se ama.

Ouvir um poema

Resolver um teorema

Vinho que esquenta.

Barulhinho de chuva

Mão dele na minha cintura.

Não é de rima que se faz um poema.

É de uma ideia criativa que sai de alguém e vai para o papel.

É de um barulhinho que chega no silêncio

De uma companhia que chega na solidão

Das notas de um compositor

Do improviso de um homem que dançou

Das cortas de um violão

Comentários

Unknown disse…
Amei...
Realmente é assim, na solidão da companhia de um violão as idéias vem e vão...
kkkkkk
já é outro poema...

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